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Câncer de próstata: um tabu a ser vencido

Câncer de próstata: um tabu a ser vencido

Conhecido como o sexo forte e inabalável, até bem pouco tempo atrás, o homem era obrigado a se comportar como o provedor, único a cuidar da família e que, por isso, não adoecia jamais. Daí a aversão que muitos homens  ainda têm das consultas médicas com rotina.  Mas esse comportamento pode servir para silenciar sintomas de doenças, como o câncer de próstata.

Sintomas
Inicialmente o câncer de próstata é assintomático, mas a partir do momento que a próstata aumenta de tamanho, sintomas urinários podem aparecer, como dificuldade para iniciar ou finalizar a micção, gotejamento após o término da micção, redução do calibre e força do jato urinário e aumento da frequência da micção à noite. Mas devemos lembrar que estes não são sintomas exclusivos do câncer de próstata, doenças benignas como a hiperplasia prostática benigna, que é o aumento do tamanho da próstata sem a presença de tumor, pode também cursar com os mesmos sintomas. Devido a isto, ao perceber estas alterações os homens devem procurar seu urologista de confiança.

Prevenção
O exame de sangue para a dosagem do PSA (antígeno prostático específico), deve ser realizado, pelo menos, uma vez por ano, por homens a partir dos 50 anos. Já para os que têm histórico familiar com a doença, a recomendação é que esse cuidado comece aos 45 anos para aqueles que possuem histórico familiar da doença. Além de ter um hábito de vida saudável,  manter um ritmo regular de atividade física, evitar obesidade, não fumar e evitar excessos em todos os níveis. Na verdade, estas medidas básicas previnem a grande maioria das doenças, como Hipertensão, Diabetes, Doenças cardíacas, Infarto, AVC  dentre outras, além de oferecer às pessoas uma melhor qualidade de vida.

Tratamento
Isto vai depender de alguns fatores, como o estágio em que se encontra a doença, se o paciente tem alguma doença sistêmica outra que contra indique determinado tratamento e o desejo do paciente. Geralmente, em um paciente sem doenças sistêmicas associadas e que compreenda bem o tratamento, a primeira opção pode ser a cirurgia. Quando realizada a cirurgia, é analisada de forma mais adequada a extensão da doença, em que estágio ela se encontra e se tem risco precoce ou não de retornar. A partir de então, pode iniciar o tratamento com dosagens do PSA a intervalos

regulares, ou iniciar a radioterapia concomitantemente ou não ao bloqueio hormonal.

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