Flerte ou assédio: quando a cantada ultrapassa limites?

Flerte ou assédio: quando a cantada ultrapassa limites?

Flerte ou assédio: quando a cantada ultrapassa limites?

Com a chegada do carnaval, muita diversão e paquera costumam rolar. O problema é quando o flerte excede os limites e se transforma em assédio. O assunto é delicado, mas o assédio acontece no momento que incomoda ou constrange a outra pessoa. Muitas vezes o flerte pode iniciar sendo correspondido, porém, por algum motivo, não há mais a troca.

Assim que perceber que não está sendo correspondido, a investida deve ser parada imediatamente, para não causar situações desapropriadas e impertinentes.

Diferenças
O flerte é uma paquera e o assédio representa uma perseguição e importunação. Para se caracterizar o flerte, as partes devem corresponder a esta paquera. Quando isso não ocorre e uma das partes insiste, causando constrangimento ou até mesmo um incômodo ou aborrecimento, esta conduta já pode ser considerada assédio. Deixa de ser flerte quando a outra parte não corresponde a intenção de relacionamento.

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Limites
Portanto, vale ressaltar que qualquer relação deve ser estabelecida com limites e baseada no respeito. A paquera, quando acontece de maneira correta, tenta criar um elo para compreender na atitude da outra pessoa se ela corresponde na mesma medida, respeita seu espaço, seu limite, seu corpo e suas vontades. Ao contrário do assédio, a paquera não provoca sensações de medo ou angústia por apresentar-se de forma consentida.

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